É aquele que bebe demais e anda procurando bebidas misturadas. Não fique olhando para o vinho que brilha no copo, com a sua cor vermelha, e desce suavemente, pois no fim ele morde como uma cobra venenosa. Você verá coisas esquisitas e falará tolices. Você se sentirá como se estivesse no meio do mar, enjoado, balançando no alto do mastro de um navio. Então você dirá: "Alguém deve ter batido em mim; acho que levei uma surra, mas não me lembro. Por que não consigo levantar? Preciso de mais um gole."
quarta-feira, 6 de abril de 2011
A saideira
É aquele que bebe demais e anda procurando bebidas misturadas. Não fique olhando para o vinho que brilha no copo, com a sua cor vermelha, e desce suavemente, pois no fim ele morde como uma cobra venenosa. Você verá coisas esquisitas e falará tolices. Você se sentirá como se estivesse no meio do mar, enjoado, balançando no alto do mastro de um navio. Então você dirá: "Alguém deve ter batido em mim; acho que levei uma surra, mas não me lembro. Por que não consigo levantar? Preciso de mais um gole."
sábado, 15 de janeiro de 2011
Preciso dizer como é bom estar vivo

segunda-feira, 5 de abril de 2010
Barbosa e o amor

Tudo isso aconteceu provavelmente após ele descobrir que todos os seus sentimentos, gostos, desgostos, crenças e iras, são frutos de uma parte estranha do danado do cérebro.
Desgostoso com a descoberta, Barbosa decidiu não mais amar, não mais sofrer, nem sentir quaisquer sentimento que outrora em seu coração reinara.
Barbosa agora só pensa...
...e jurou jamais dizer a uma mulher que a ama do fundo do seu cérebro.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Sou jornalista e não formo opinião de seu-ninguém
Diariamente aprendo coisas relativas à área que decidi estudar e conhecer melhor. O jornalismo é recheado de vícios, manias e pré-conceitos que se propagam por gerações de forma quase que hereditária. Um dos vícios interpretativos do jornalismo é dizer que “jornalista é formador de opinião”. Ontem retwitei a seguinte mensagem da jornalista Amanda Posadzki: “Sou jornalista e não formo opinião de seu-ninguém.”. Foi o bastante para que um amigo professor discordasse de tal afirmação, e procurasse “satisfações”. Ok! Admito que num país recheado de opiniões formadas, fica até difícil ir de encontro a qualquer conceito já pré-estabelecido. E com esse não é diferente.
Formar opinião é coisa séria. Quem se acha formador de opinião no mínimo menospreza a capacidade opinativa, interpretativa e cognitiva de um “indivíduo comum”. Com qual direito alguém se infiltra na mente de outrem, e reivindica pra si opiniões alheias? Em 2005 o ancora do Jornal Nacional, William Bonner, participou de um infeliz episódio onde comparou o telespectador médio com o Homer Simpson. Recentemente a Folha de São Paulo também acabou sendo mal falada nos quatro cantos do mundo pela infeliz idéia de chamar a ditadura brasileira de 1964 de ditabranda.
Os exemplos citados são pops, em debates, aulas e discussões no meio acadêmico, e representam apenas uma pequena parcela do pensamento canastrão que permeia a imprensa brasileira. Penso que o papel de um jornalista é informar, apurar, opinar (sim, opinar! A imparcialidade só é possível na total ignorância.), reportar, denunciar, investigar, fiscalizar e etc. Mas tudo isso deve ser feito com cautela (principalmente o opinar), pois para o “Homer” qualquer juízo tomado pela imprensa poderá parecer a mais soberana verdade. Alguém lembra-se da “Escola Base”?
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Maluco Beleza
Torne-se. Depois disso, Transforme-se. Quando se tranformar, Repagine-se.
Mude de cor. Altere o tom. Largue as roupas velhas, você não precisa mais delas: guarde-as na lembrança. Quem sabe o que é ter e perder sabe a importância de se desprender. Desprenda-se.
Já é tempo de mudança. Decida-se. Questione-se. Mentalize. Uma hora ou outra algo vai acontecer. Olhe para os lados. Não vale a pena ser um louco comum. Achou isso estranho? Pois é, eles existem. Loucos que realmente acham que são loucos mas na verdade são tão normais quanto quaisquer pessoas que eles mesmo chamam de normais. Isso é estranho, isso sim.
Seja um maluco beleza. Aprenda a ser louco, não se ache louco. Achar-se louco é muito comum.
Eu vou ficar, com certeza um maluco beleza, mas ainda sou muito comum para me considerar como tal.
Não pense que isso não diz respeito ao cristianismo. Seja livre e interprete como quiser.
Como dizia Raul: "A arte de ser louco é jamais cometer a loucura de ser um sujeito normal."
E Paulo dizia: "Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias (...)"
Pense. Repense. Jogue no lixo. Volte atrás. Todos estão cansados de sujeitos normais.
Música: Maluco beleza
"Enquanto você se esforça pra ser um sujeito normal
Texto retirado do blog do meu amigo Murillo Jales


