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terça-feira, 26 de abril de 2011

__________________Há__________________



Amar só enquanto há mar.
Amar só, enquanto amar.
Amar, só enquanto há mar.
Há mar, só enquanto amar.
Há mar e Sol, enquanto amar.
Há mar, há Sol ,há eu, há môr.


terça-feira, 28 de julho de 2009

Delírios Mudos

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjQ-K0JzXLz47_Cb3HzJVxD9u8W-97ScrS0MjloC83ASC11brRmh0IsCD81Y_iJDZVml4rFeGFT49SmkwNHKV_rcAdl6roffClPCt2fVSc0e9AZ9J1IOQ6c9FKmvqjxhgLRENc0ZU2zfTI/s400/outra.jpg

Sentado do lado seu
Ouvindo promessas e dívidas
Me encho de dúvidas reprimidas
Em um corpo sedento por te ter

Comento poemas e canções perdidas
Odisséias de heróis esquecidos
Cito nomes que nunca foram ditos
Faço isso, entre sussurros e gemidos.

Quando penso que não posso mais
(Afinal não deveria)
Tuas mãos me acariciam
Teus lábios me propiciam
Me sentir entre os imortais

Me esqueço de quem eu sou
De quem era
Ou o que seria
Ofegante em ti respiro
E transpiro-ti em um mar de beijos

Ainda penso enquanto escrevo
Em quão belo será o dia
Em que na mais bela euforia
Clamaremos para o tempo
Que ele esqueça-se de nós

Sentindo tua pele sobre a minha
Olhos cerrados, de quem dormia
Navegando num mar de suor
Fazendo em teus cabelos um nó
Pra um só amor atar

E de manhã ainda acordar
Embevecido de tanto prazer
Sentindo teus braços me envolver
Convidando-me com um só olhar
Pra outra vez diante de Eros
Sentindo a música mais bela
Profanado por teus lábios
E no corpo não mais sozinho
preenchê-lo de carinho e novamente...
Te amar.

Alex Rodrigues


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Poesia feita para a minha pequena, Suylannie.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Café de amanhã

Alex Rodrigues

Me faço de novo
Como pão com ovo
café preto
e um bocado de açucar

Me esquento
Ou tomo frio
melhor mesmo seria
se não fosse tão infantil

Confetes, chicletes
Mobiletes ou charretes

Entre claquetes
Escreve meu próprio filme
Autobiográfico
Autoemotivo
Autoritário


Me basta de tanto lodo
Escorrego de novo
e volto novamente de onde parti
-Me vê um pão com ovo.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Apatia Dançante (o marrom que me cai bem)

http://www.tapecariasaopaulo.com.br/servicos/big/sofa_marrom.jpg

A irrelevância é o que toca
À batida da vulgaridade
Todos dançam com suas vidas
O que entra nos meus ouvidos
E faz meus pés mexerem
É aquilo que mantem a minha bunda pregada
Nesse confortável e belo sofá.... marrom.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Vital solavanco!

http://www.ibrau.com.br/imagens/icone_lombada.gif

Ê vida vadia...
varia dependendo do vento
horas vagaroso, horas violento...
vivendo a vida de leve
quando a gente menos percebe...morro!

terça-feira, 10 de março de 2009

Ecanto[Yuri] /de canto [Calango]

Cada qual no seu canto
Até começar o canto,
Silencioso, de dois pares
Olhos que se gravam
Que se cravam

Tesão, tensão, intenção.
Atração.

(...)¹

Com a mão nas suas ancas
Ele não se manca
Que a moça que o encanta
Lhe tranca

Cochichando aos ouvidos
Um misto de susurros e gemidos

(...)²

¹:[parte escrita por Yuri Padilha ]

²: [complemento escrito por mim, Calango!]

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Vice e Versos (...démodés)

Parece tudo tão cliché
Se eu digo que te amo
Soa tão démodé
Queria ser
Seu trabalho
Seus livros
Sua cama

Daria todo o meu tempo vago
Só pra te ouvir dizer que me ama

Nesses versos de quinta
Escritos numa madrugada de sexta
Tento expressar o que sinto
Antes mesmo que eu enlouqueça

São reles versos e rimas
Pobres, pérfidos e sutís
Cabisbaixos, saem sem graça
Lamentando não serem virís

Ja não reino em sua mente
Não que isso me atormente
(ou deixe de atormentar)
Apenas não sou aquele valente
Que um dia quis tudo enfrentar

Sou infantil, imaturo, leviano
Constantemente fraco
(como qualquer ser-humano)

Nessa linhas desprezíveis
Abarrotada de clichés
Sinto como se estivece contigo
Mesmo que tudo isso
Seja mais que démodé


Marcos Alex



terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Vago

Me perco dentro de mim
Lembrando dos dias em que não me conhecia...

Vagando pela minha mente
Onde desconheço o que é noite e o que é dia...

Ao meio dia aceno para a lua
Meia noite passeio sob o sol escaldante
Que queima minhas costas calejadas de viajante

A bússola quebrou
O mapa rasgou
As estrelas se apagaram

Agora sinto apenas o vento
Cheirando a peixe fresco
Onde por sorte ou por azar
Espero ainda em vida
Do meu pequeno deserto escapar

Marcos Alex

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

E assim vão-se os dias.

Sentado perto da janela, sinto o vento frio de uma dia chuvoso...

um...
momento...
de...
silêncio...
e...

BOOM!

Todas as minhas idéias foram embora...
...assim como a esperança de uma criança paquistanesa de um dia poder chegar aos seus 30 anos de idade.